Comentários

(561)
Eduardo Luiz Santos Cabette, Professor de Direito do Ensino Superior
Eduardo Luiz Santos Cabette
Comentário · há 4 dias
Só um último comentário que não consigo deixar de fazer. Afirma Marcel que o Ministro seria alguém "que não pensa como a maioria", sendo que em virtude disso, esta (a tal maioria) "tenta manter o status quo" (sic). Vejam bem, há nessa alegação um autoengano tremendo. O pensamento pró - aborto com as alegações do Ministro e arroladas por Marcel, inclusive este segundo buscando os argumentos copiados de um site governamental, é praticamente hegemônica no mundo intelectual brasileiro. Tanto é fato que o Ministro, após seu desastrado voto (no sentido da falta de fundamentos sólidos de argumentação) saiu pelo pais, ovacionado, fazendo palestras. Em que isso se parece com um ato revolucionário? Com alguém que enfrenta uma "opressão" e, mesmo assim, finca pé em seus ideais diferenciados? Um site governamental arrola uma série de argumentos que são praticamente os mesmos do autor e ele é alguém que "chega no poder" pensando "diferente"?????? Desculpem, mas sua noção da realidade está totalmente alterada, invertida mesmo. O Ministro está dentro do quadradinho politicamente correto, da cantilena geral dos meios acadêmicos anêmicos de cultura e conhecimento, nada mais que isso. A própria abundante bibliografia por ele apresentada em repetição de suas afirmações é prova disso. Mas, o autoengano é interessante, cria heróis e opositores onde nada disso existe. Uma proposta: mandem o Ministro Barroso, ou vão tentar ser "revolucionários" e "pensar diferente" no Estado Islâmico, criticando dogmas; em Cuba, defendendo o direito de ir e vir, inclusive para fora do país; na Cuba da época de Che, dizer que é homossexual; na China, defendendo a liberdade total da internet e liberdade plena de expressão etc. Aí sim, vão ver o que é estar fora do sistema e sofrer opressão real. Defender aborto no Brasil não é ser um "outside", sinto muito. É rezar pela cartilha das "pessoas maravilhosas". É ser convidado para palestras, é, isso sim, perpetuar o "status quo" dos chamados "intelectuais". Só isso. Embora, esses "intelectuais", como demonstro no texto, estejam longe da "erudição" que afetam.
Eduardo Luiz Santos Cabette, Professor de Direito do Ensino Superior
Eduardo Luiz Santos Cabette
Comentário · há 5 dias
Eduardo Luiz Santos Cabette, Professor de Direito do Ensino Superior
Eduardo Luiz Santos Cabette
Comentário · mês passado
Eduardo Luiz Santos Cabette, Professor de Direito do Ensino Superior
Eduardo Luiz Santos Cabette
Comentário · mês passado
Outro detalhe, não sou eu quem digo que a atividade policial, seja de quem for, é civil e não militar. Apresentei no próprio texto fonte bibliográfica e isso é abundante, ademais é mais que óbvio, tanto é fato que aqui em SP, por exemplo, as viaturas da PM não têm escrito Polícia Militar, mas só Polícia. Agora júri no CPPM gostaria de alguém me mostrasse. Gostaria de ver algum artigo ali falando de júri militar. Ou mesmo em Justiças Especiais, porque Justiça Federal e Estadual são Justiças Comuns. Existe júri eleitoral? Júri trabalhista????? Júri é instituição das Justiças Comuns Estadual ou Federal, isso é de trivial conhecimento. Assim como o é a questão de que policiamento é atividade civil. Anotando, novamente, que não sou eu quem digo isso, apenas reitero o que é praticamente consenso, não só no Brasil, mas no mundo.
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

ANÚNCIO PATROCINADO

Outros perfis como Eduardo

Carregando

Eduardo Luiz Santos Cabette

Entrar em contato