Eduardo Luiz Santos Cabette, Professor de Direito do Ensino Superior
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Eduardo Luiz Santos Cabette

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Delegado de Polícia e Professor Universitário
Delegado de Polícia, Mestre em Direito Social, Pós – graduado com especialização em Direito Penal e Criminologia, Professor de Direito Penal, Processo Penal, Criminologia e Legislação Penal e Processual Penal Especial na graduação e na Pós-graduação da Unisal e Membro do Grupo de Pesquisa de Ética e Direitos Fundamentais do Programa de Mestrado da Unisal.

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Comentário · há 4 dias
Só um último comentário que não consigo deixar de fazer. Afirma Marcel que o Ministro seria alguém "que não pensa como a maioria", sendo que em virtude disso, esta (a tal maioria) "tenta manter o status quo" (sic). Vejam bem, há nessa alegação um autoengano tremendo. O pensamento pró - aborto com as alegações do Ministro e arroladas por Marcel, inclusive este segundo buscando os argumentos copiados de um site governamental, é praticamente hegemônica no mundo intelectual brasileiro. Tanto é fato que o Ministro, após seu desastrado voto (no sentido da falta de fundamentos sólidos de argumentação) saiu pelo pais, ovacionado, fazendo palestras. Em que isso se parece com um ato revolucionário? Com alguém que enfrenta uma "opressão" e, mesmo assim, finca pé em seus ideais diferenciados? Um site governamental arrola uma série de argumentos que são praticamente os mesmos do autor e ele é alguém que "chega no poder" pensando "diferente"?????? Desculpem, mas sua noção da realidade está totalmente alterada, invertida mesmo. O Ministro está dentro do quadradinho politicamente correto, da cantilena geral dos meios acadêmicos anêmicos de cultura e conhecimento, nada mais que isso. A própria abundante bibliografia por ele apresentada em repetição de suas afirmações é prova disso. Mas, o autoengano é interessante, cria heróis e opositores onde nada disso existe. Uma proposta: mandem o Ministro Barroso, ou vão tentar ser "revolucionários" e "pensar diferente" no Estado Islâmico, criticando dogmas; em Cuba, defendendo o direito de ir e vir, inclusive para fora do país; na Cuba da época de Che, dizer que é homossexual; na China, defendendo a liberdade total da internet e liberdade plena de expressão etc. Aí sim, vão ver o que é estar fora do sistema e sofrer opressão real. Defender aborto no Brasil não é ser um "outside", sinto muito. É rezar pela cartilha das "pessoas maravilhosas". É ser convidado para palestras, é, isso sim, perpetuar o "status quo" dos chamados "intelectuais". Só isso. Embora, esses "intelectuais", como demonstro no texto, estejam longe da "erudição" que afetam.
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Comentário · há 5 dias

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